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Dirigindo na Flórida – parte 2: Pé na estrada

Continuando as dicas do post anterior, é hora de pegar a estrada! O trecho que fizemos em estrada foi de Miami a Orlando. Como sabíamos que seria uma longa viagem (234 milhas – cerca de 380 km), resolvemos otimizar com o passeio ao Kennedy Space Center, no Cabo Canaveral, no meio da viagem. Este passeio será tema de um dos próximos posts.

Saímos de Miami às 6:00h da manhã para chegarmos ao Kennedy Space Center perto das 10:00h, com direito a 2 paradas no caminho. Aí está o mapa do itinerário dessa viagem:

Como é possível perceber pela estimativa do Google Maps, não é uma viagem curta, mas também não tem muitos segredos não, levando-se em conta a estrutura viária norte-americana e os itens que mencionei no post anterior (carro automático com GPS). Vamos às dicas:

5. Esteja descansado e/ou divida o volante: 4 horas de viagem, um carrão automático, ar condicionado, piloto automático, estrada perfeita, nenhuma subida ou descida e poucas curvas. Pra quem está acostumado às estradas “com emoção” do Brasil, isso na verdade é um grande tédio. E é aí que mora o perigo!  São muitas milhas sem ter absolutamente nada pra fazer, então pense bem nisso antes de pegar a estrada: descanse bem na noite anterior, programe paradas no caminho e reveze ao volante (é importante ter cadastrado motoristas adicionais oficialmente na hora do aluguel do carro e estes portarem CNH na validade)

6. Respeite os limites de velocidade: a cada trecho da estrada, existem placas informando os limites de velocidade. Eu lembro de ter visto placas de 55 a 75 milhas por hora (mph). O GPS que estávamos também trazia a informação de velocidade máxima, à medida que sofria alterações. Como eu não tinha a menor ideia de onde estavam espalhados os radares por lá e também não estava disposto a ter surpresas desagradáveis no meu cartão de crédito no retorno, respeitei todas as placas de limite de velocidade e recomendo! 😉

7. Pagando pedágio – Toll: como eu disse no post anterior, desative a opção “rotas sem pedágios” do seu GPS quando pegar a estrada. É capaz de existir um caminho para ir de Miami a Orlando sem pedágios, mas você vai demorar muito, mas MUITO mais tempo pra chegar, recomendo pegar a estrada pedagiada mesmo. Existem praças de pedágio nos Estados Unidos exatamente iguais às daqui, onde você pára, paga em dinheiro ao atendente e sai. Porém, na estrada Miami-Orlando, existe um pedágio em que você paga por milha rodada. É bem interessante o sistema: quando você entra na estrada, existe um pedágio onde você pega um ticket informando data, hora e local. Quando você sair da estrada, existe outro pedágio, você entrega este ticket e o atendente calcula o valor a ser pago.

Importante 1: Tenha dólares em espécie para os pedágios (nunca é demais lembrar…). Não me lembro exatamente o valor dos pedágios, mas tenha pelo menos uns $40,00 reservados para a viagem.
Importante 2: Existe uma opção de cobrança automática chamada Sunpass. Quando viajei para lá (abr/12), era tão opcional quanto o Sem Parar daqui, ou seja, existiam cabines exclusivas para os usuários de Sunpass e outras de cobrança manual. Porém, há lugares em que não há mais cabines de cobrança manual, caso você não tenha o serviço ativado, seu carro será multado quando passar no pedágio. Informe-se com a agência de viagem ou com a locadora de carros: todas oferecem esta opção. Veja mais no site do Sunpass.

 

8. Enjoy the ride! Esse post não se limita às dicas “chatas, porém necessárias”. Veja um pouco do que você pode encontrar nessa viagem e aproveite com segurança!

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Compras em Miami

Chegamos em Miami em uma quinta-feira à tarde. Logo após pegar o carro, fomos direto para o Dolphin Mall, um dos maiores shoppings (e o mais próximo do aeroporto também).Fomos lá só para reconhecer o local e jantar mesmo (se bem que tinha uma loja da Sony com produtos remanufaturados que eu não encontrei mais em lugar nenhum…)

Já no segundo dia, eu tinha que comprar minha câmera, afinal era o dia do jogo do Miami Heat! Chegamos à Best Buy antes mesmo de abrir. 10 horas e estávamos adentrando naquele paraíso dos eletrônicos! Se você quer comprar algo standard, este é o lugar, por exemplo eu comprei uma câmera Nikon D7000, com lente do kit. Preço tabelado em qualquer lugar. Porém, comprei outras coisas que me fizeram ficar arrependido, como os cartões de memória e tripés, que encontrei mais barato em outras lojas.

Dica: caso queira comprar algum eletrônico fora do padrão na Best Buy, compre online (site www.bestbuy.com) e marque a opção para retirar na loja (opção Store Pickup). Só tenha cuidado pra marcar entrega em um local de fácil acesso, tem dezenas de lojas Best Buy em Miami…

Não comprei celular na loja, não sabia se funcionaria, comprei na Amazon. Depois eu escrevo outro post para falar sobre compras online…

Saindo da Best Buy, fomos ao principal Outlet de Miami: o Sawgrass Mills. Para chegar lá é necessária uma viagem de mais de 40 minutos a partir de Miami. O lugar é um espetáculo! Sem brincadeira, você vai precisar de pelo menos 2 dias pra conhecer o shopping inteiro! (Juro, eu li isso em um blog e achei que era sacanagem…)

Foto Aérea Sawgrass Mills

Informações detalhadas sobre o Sawgrass Mills eu consegui em um texto bem bacana no blog Tá Flórida! Aí está o link para este texto, vou apenas complementar com dicas do que achei interessante:

  • O shopping abre às 10:00h. Chegue cedo (de preferência logo que o shopping abrir)! Assim você vai conseguir estacionar em um lugar bacana e também andar mais tranquilamente pelos corredores.
  • Nem todas as lojas boas ficam na parte coberta do shopping. Tem lojas importantes do lado de fora dos corredores. Por exemplo, da próxima vez que eu voltar lá, vou fazer questão de entrar pelo lado Oasis. Lá você vai encontrar a Polo Ralph Lauren, a Reebok, uma loja que vendia relógios Timex muito baratos, entre outras, antes mesmo de entrar no shopping (ou seja, se o $$$ acabasse antes de entrar, eu ainda sairia de lá feliz! 😉)
  • O shopping tem serviço de aluguel de carrinhos para compras. No meu caso (e vários outros), conforme as mãos iam ficando carregadas de sacolas, eu comprava uma mala de viagem, dessas de rodinhas (já que nós 2 fomos somente com uma). Em cada um dos 2 dias no shopping, compramos uma mala (claro, a preços muito bons)
  • Lá existem 2 praças de alimentação, uma em cada canto do shopping, portanto cuidado na hora de usá-la como ponto de referência ou para marcar encontro.
  • Os preços são ótimos e as ofertas tentadoras, mas tente agir com a razão. Sugestão: leve apenas cartão de débito e dinheiro, procure não entrar na empolgação de gastar no cartão de crédito.
  • Em tempo: tem uma Best Buy bem ao lado do Sawgrass Mills, portanto você pode planejar a sua viagem pra lá contemplando os 2 lugares, como a gente fez.

Boas compras!

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Miami também é praia…

Logo depois do jogo do Miami Heat, resolvemos dar uma volta na Ocean Drive, ver a praia, aquela coisa toda… Mas como a coisa lá estava bem movimentada (e não tínhamos a menor idéia de como usar aquelas máquinas de estacionamento na rua), voltamos pro hotel.

Deixamos a praia para a manhã seguinte, já em outro lugar: como íamos fazer compras no Sawgrass Mills, fomos para a praia em Fort Lauderdale. Não é que se diga: ‘Uau, quanta beleza natural!’, mas conseguimos molhar os pés, ver uns pelicanos e tal… E ainda por cima aprendemos a usar o tal do parquímetro, pra estacionar na rua. Isso eu detalho depois, quando for falar sobre dirigir na Flórida…

Para chegar lá: como não tínhamos a menor idéia de nomes de praias pelo local, colocamos o endereço do aeroporto de Fort Lauderdale no GPS e assim conseguimos chegar. O interessante é que os aviões decolam e fazem a aproximação por cima da praia, acaba sendo bem pitoresco diferente!

Bom, aí vão algumas fotos do local:

No próximo post, compras em Miami! Aguardem!

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NBA parte 2: Let’s go Heat!

Bom, no último post eu contei a parte dos ingressos até a entrada no ginásio, agora vamos à parte legal!

4. Localizando os assentos

Depois de passar pela revista é hora de entrar no ginásio, que aliás, eu achei mais parecido com uma casa de shows! De fato, aquilo me lembrou bastante o Credicard Hall, em SP. Pudemos concluir que essa arena é uma “casa de shows que também funciona como ginásio de basquete”. Coisas de primeiro mundo.

Bom, hora de encontrar o lugar marcado. Todos os setores são bem sinalizados e essa parte foi moleza. Apesar dos nossos lugares serem do outro lado do ginásio, foi fácil chegar ao tal do setor 419. Tem uma galera orientando também, para os mais perdidos… Essa foi a vista que teríamos deste jogo (apesar de estarmos no quarto andar, achei que a visão do jogo foi bem bacana):

Nossa vista do jogo do Miami Heat

5. Comprando comida

Pra quem está acostumado a ver jogo em estádio no Brasil, eu achei que tinha bastante variedade de comida à disposição. Eu me lembro de hot-dogs (completos, não só o pão com salsicha), também me lembro de ter empanadas e tacos. Tinha uma “praça de alimentação” bem próxima, assim como eu pude ver várias espalhadas próximas às entradas dos setores, assim como banheiros (limpos e sem filas) e lojinhas de artigos do Miami Heat: de camisas oficiais a uma série de souvenirs. Até tinha uma boa movimentação, mas sem muita espera e sem tumultos. (E no Brasil, imagina na Copa…)

Para nós, acabei comprando tacos e refrigerantes por $25. Vamos ao jogo:

6. Apresentação dos atletas

Isso é um show à parte! Após o aquecimento, os jogadores da equipe adversária são apresentados e as luzes apagadas para a apresentação do Heat. Até aí nada de mais, mas na hora que os grandes astros entram na quadra, eles ligam um equipamento lança-chamas que esquenta até o andar onde a gente estava (imagina a potência da chama!). Então, 1 minuto depois já está tudo fora da quadra para a execução do hino nacional, aquela coisa toda…

Show de apresentação dos atletas do Miami Heat

Show de apresentação dos atletas do Miami Heat

7. Hora do jogo!

Sim, bola ao alto, é hora do jogo! O momento mais aguardado!

Jogo entre Miami Heat x Memphis Grizzlies no American Airlines Arena

Durante o jogo, o show continua, o DJ comanda a trilha sonora em todos os intervalos e pedidos de tempo, e também para empurrar os gritos de guerra, que são:

  • Let’s go Heat! (quando o time está no ataque)
  • De-fense (na defesa)

Bem no centro da quadra tem um telão (com imagem HD), dando os “comandos” aos torcedores, sobre o que fazer. Além disso, você pode acompanhar as estatísticas da partida, qual a formação que está em quadra, quantas faltas cada um tem, as pontuações, etc. O jogo é transmitido ao vivo nesse telão e eles mostram os replays das jogadas de ataque do Heat, para os menos atentos.

Telão do American Airlines Arena

American Airlines Arena - Jogo NBA: Miami Heat x Memphis Grizzlies

Esse ginásio lotado é a coisa mais linda! 😉

8. Show do intervalo

Em todos os intervalos acontece alguma coisa diferente, como shows das Cheerleaders ou ações promocionais dos patrocinadores, seja na própria quadra ou no telão.

Show das Cheerleaders do Miami Heat

Como o lugar era marcado, resolvemos levantar para esticar um pouco as pernas. Ali no mesmo ambiente da praça de alimentação, havia uma “sacada” para os fumantes. Fiquei impressionado com a bela vista a partir dessa sacada. Será que é um incentivo pra galera fumar? Ou é só um bom tratamento aos fumantes?

Vista da área de fumantes do American Airlines Arena

9. Segundo tempo

Bom, agora que todo o deslumbramento já passou, vamos falar do jogo propriamente dito: nesse dia, parece que uma preguiça gigantesca tomou conta do time de Miami, que levou um couro do Memphis Grizzlies. O jogo em si chegava a ser sonolento e cansativo para quem assistia. No final, derrota por 97 x 82 (ou seja, além de perder, o jogo não passou dos 100 pontos)! Jogo ruim, apesar do espetáculo fora de quadra.

Para quem quiser mais detalhes sobre este jogo, visite a página da NBA com o resumo e as estatísticas da partida. Abaixo, algumas fotos de lances do jogo:

Miami Heat x Memphis Grizzlies - NBA

Miami Heat x Memphis Grizzlies - NBA

10. Balanço final

Jogo: ruim
Experiência: incrível!
Custos:

  • Ingressos: $70 cada
  • Estacionamento: $20
  • Comida: $25 (para duas pessoas)
  • Total para 2 pessoas: $185,00 (na famosa conversão 2×1, R$370,00 – espero que os ingressos do futebol por aqui nunca cheguem a este patamar…!)
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NBA – parte 1: da compra do ingresso à entrada no ginásio

Eu sempre tive vontade de assistir a um jogo da NBA ao vivo. E eis que o nosso primeiro grande passeio no roteiro da viagem foi assistir a um jogo do Miami Heat no American Airlines Arena!

A temporada regular da NBA começa em meados de outubro e segue até meados de abril, a partir daí começam os playoffs por conferência (Leste e Oeste) até o playoff final em junho que define o campeão da temporada.  Portanto, se você pretende viajar para a Flórida neste período, pode incluir um jogo do Orlando Magic ou do Miami Heat na programação dos seus passeios. E, como a NBA é uma liga muito organizada, você consegue saber com muita antecedência quais serão as datas e horários de jogos, e inclusive comprar seu ingresso pela Internet.

1. Compra dos ingressos

Como nós já tínhamos definido as datas da nossa viagem e os dias que passaríamos em Miami e em Orlando, achamos que seria melhor comprar ingresso para um jogo em Miami, já que em Orlando o tempo seria curto, graças aos passeios nos parques e tal. Acho que, no nosso caso, foi a melhor decisão.

Para comprar os ingressos, é necessário ir até o site da NBA e clicar em Tickets. A partir daí, você pode escolher de qual time comprar seus tickets. O que pudemos perceber é que o site do Orlando Magic é mais voltado para o turista, enquanto o do Miami Heat é voltado realmente ao fã de basketball. Também, acredito que por conta das estrelas que jogam em Miami, os ingressos são um pouco mais caros do que do Orlando Magic. Isso é um ponto importante: cada time define qual o valor dos seus ingressos, não existe uma tabela padrão, então é importante pesquisar no site antes de fazer as previsões de gastos da viagem.

Pois bem, no site da NBA, em tickets, escolha por conferência, por equipe e você será redirecionado para a página de vendas. A partir daí, escolha o setor e o lugar (isso, você define o lugar em que vai sentar pra ver o jogo!) e finalize a compra.

Para compras de estrangeiros, a única opção é a identificação pelo cartão de crédito. Ou seja, imprima o recibo de compra e leve o cartão usado no pagamento para entrar no jogo.

Em tempo, decidimos comprar ingresso para o jogo Miami Heat x Memphis Grizzlies, no dia 06/04. Pegamos no 4o. andar, os ingressos mais baratos, em torno de 70 dólares cada, já com as taxas.

2. Chegada e estacionamento

Quem está acostumado a ver jogos no estádio no Brasil, sabe que nas proximidades vai encontrar uma série de flanelinhas cobrando um absurdo pra deixar estacionar na rua.

A diferença é que por lá a coisa é um pouco mais organizada. Primeiro você vê umas pessoas segurando placas de $10 e a medida que se aproxima do ginásio o valor aumenta de $5 em $5, o mais caro que consegui identificar custava $25. No final, pagamos $20 para parar em estacionamento fechado e aparentemente seguro.

3. Entrando no ginásio

Andamos umas 2 quadras e chegamos ao American Airlines Arena. Muitas pessoas e algumas filas nas bilheterias.

Para quem comprou pela Internet, é necessário somente apresentar o papel impresso e o cartão de crédito diretamente na entrada, sem precisar pegar fila. Achei bem prático isso. Você recebe um ticket pra indicar seu lugar, a partir daí é só passar pela revista e entrar. Mas isso já é assunto pra parte 2…

Este é o ticket “Seat Locator”, que acaba virando uma lembrança do jogo:

Ticket de localização de assentos

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