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Kennedy Space Center

Saímos de Miami perto das 6:00h da manhã com destino ao Kennedy Space Center, em Cabo Canaveral, próximo a Orlando. Depois de 217 milhas, chegamos por volta das 10:00h da manhã, bem na hora da abertura a visitantes. Era domingo de Páscoa e várias famílias chegavam para passar o dia nesse lugar.

O Kennedy Space Center é a base da NASA, o local de onde são lançados os foguetes, ônibus espaciais e afins. Também abriga toda uma infra-estrutura preparada especialmente para receber o turista. Vamos lá!

Chegando lá, estacionamos e nos dirigimos à entrada do complexo. Como nós compramos pela Internet, pudemos passar direto pela bilheteria e nos dirigir à porta de entrada, apresentando lá o comprovante de compra impresso e os documentos (fica a dica: nós não sabíamos e perdemos tempo na fila até sermos atendidos no guichê…)

Feito isso, entramos no Visitor Complex. Como compramos o ingresso standard (o mais barato), tínhamos direito a um passeio de ônibus pelas instalações, visitação livre no Visitor Complex e entrada para o Memorial dos Astronautas. Existe a possibilidade de comprar um tour maior, conhecendo mais instalações da NASA ou ainda tomar um café da manhã com astronautas (mediante agendamento). Bom, resolvemos ficar com o nosso passeio padrão mesmo. Embarcamos no ônibus, que saem a cada 30 minutos do Visitor Complex.

O ônibus sai do complexo e entra na área restrita da NASA (que mais parece uma fronteira: uma cancela, os federais fazendo a segurança, aquela coisa toda…). Essa área restrita é MUITO grande, acho que o ônibus percorre uns 15 minutos a uma boa velocidade, até que chegamos à primeira parada: uma estação de lançamento de foguetes desativada. Nesse lugar, existe um pequeno auditório onde se pode conhecer sobre a logística de deslocamento e lançamento de um ônibus espacial. Logo depois, todos vão para a sala ao lado ver em uma maquete a simulação de um lançamento. Logo depois, os visitantes podem subir na estação, ver de perto um motor de foguete em tamanho real e avistar de um mirante o quão grandiosa é a estrutura do local.

Depois disso, voltamos ao ônibus: mais um longo passeio pelas instalações da NASA. É possível avistar as fachadas dos prédios de dentro do ônibus, bem como alguns veículos de transporte de foguetes e até mesmo o ônibus espacial Discovery! Quer dizer, este não mais, pois uma semana depois de nossa visita, ele foi transportado para um museu da NASA em Washington. O que é importante destacar nos passeios de ônibus pelo Kennedy Space Center é que o próprio motorista é o guia, que vai narrando tudo pelo sistema de som. De todos, acho que é o passeio que mais exige fluência e concentração no idioma para entender tudo o que eles dizem.

Então chegamos ao ponto alto da visita: o Apolo Saturn V Center. Esperamos cerca de 15 minutos do lado de fora de uma porta. Enquanto esperamos a sua abertura, um placar eletrônico contextualiza os visitantes com números, curiosidades e acontecimentos das décadas de 50 e 60: estamos prestes a entrar num túnel do tempo, bem no meio da Corrida Espacial!

Bom, quando as portas são abertas, entramos em uma sala que conta a história da Corrida Espacial e da participação do presidente Kennedy nesta história: em resumo, ele abriu os cofres e colocou como objetivo que o homem chegasse à Lua e retornasse à Terra em segurança até o final da década de 60. Não estava vivo para ver “o gigantesco salto para a humanidade” em julho de 1969, mas com certeza proporcionou as condições para um dos grandes momentos do “Orgulho Americano”. Aliás, pudemos observar poucos “gringos” neste passeio. Nenhum brasileiro identificado, realmente uma raridade… Nos pareceu um típico “passeio da família americana”, o que explica porque é o lugar onde o inglês é mais exigido.

Bom, logo depois somos levados a uma platéia em formato de arquibancada. À nossa frente, a sala de controle das missões Apolo. Assistimos a uma simulação de lançamento de um foguete e um pouco da história das missões e da Corrida Espacial como um todo. Após a apresentação deste belo espetáculo, abrem-se as portas para um grande galpão, onde é possível conhecer réplicas dos foguetes em tamanho real, detalhes dos painéis de controle, das roupas dos astronautas, recortes de jornais da época e todo tipo de curiosidade referente às missões Apolo. Também é neste lugar que está o principal restaurante, na verdade um fast-food com um número relativamente grande de opções. Almoçamos ali mesmo.

O interessante do passeio é a questão do deslocamento: como os ônibus circulam o dia todo, você pode ficar quanto tempo quiser em uma atração e depois pegar a fila para o próximo ônibus. Após a visita ao Apolo Saturn V Center, voltamos ao complexo de visitantes. Demos uma volta do Rocket Garden, o “jardim dos foguetes” na parte externa do complexo, visitamos um museu de veículos de transportes, sondas e afins e fomos até o simulador de decolagem de um ônibus espacial: se você não tiver problemas de ficar a 90 graus do chão, ou de ponta cabeça, vale a pena conhecer!

No complexo de visitantes ainda há outra opção de restaurante, para quem não quis comer no meio do passeio. E também não podia faltar uma lojinha de lembranças do local. É possível comprar até mesmo uma roupa de astronauta (pode ser muito útil em uma festa a fantasia…)! Porta-retratos, chaveiros, ímãs de geladeira e outras “utilidades” também fazem parte do cardápio.

Por conta do cansaço, acabamos não visitando o cinema 3D e nem o Memorial dos Astronautas, que fica em outro prédio, já pegando a estrada para voltar a Orlando. Também não pudemos conhecer a área destinada ao ônibus espacial Atlantis, já que ainda não havia sido inaugurada. Esses pontos ficam para a próxima visita!

Em resumo, é um passeio diferente que vale a pena, especialmente se você tem curiosidade para conhecer um pouco do Orgulho Americano e da história recente, saindo um pouco da coisa lúdica e do “mundo de sonho e fantasia” que nos espera na Flórida. Recomendamos!

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Dirigindo na Flórida – parte 3: Estacionando, abastecendo e devolvendo o carro

Bom, esta é a última parte da série “Dirigindo na Flórida”, com as últimas das coisas diferentes ou “armadilhas” que você poderá enfrentar quando for passear na Flórida: estacionar seu carro com uso do parquímetro, abastecer em posto de combustível e devolver o veículo na locadora. Não há muitos segredos, mas a leitura é importante para evitar “micos de primeira viagem”:

9. Estacionando com parquímetro: O parquímetro é uma máquina para automatizar a arrecadação de taxas de estacionamento em áreas urbanas. No Brasil, isso é conhecido como “Zona Azul” e há cidades que também possuem este equipamento. Por desconhecer como funcionava, deixamos de parar para conhecer a Ocean Drive, em Miami Beach, porém no dia seguinte em lugar menos movimentado, pudemos constatar que é bastante simples e intuitivo operá-lo. É só seguir os passos estampados na própria máquina:

9.1 – Insira notas, moedas ou cartão de crédito: quando você insere moedas (meu caso), o visor vai informando automaticamente qual o horário limite do período. No caso de notas ou cartão, você deve controlar este tempo pressionando os botões azuis (+) para adicionar tempo manualmente ou (MAX) para pagar o valor pelo período máximo.

9.2 – Aperte o botão verde: quando tiver concluído a seleção de valor ou inserido suas moedas, aperte este botão para que o ticket seja impresso

9.3 – Pegue seu ticket

9.4 – Coloque o ticket dentro do carro, em área visível pelo pára-brisa. Simples assim. Seu carro está estacionado regularmente até o horário do ticket.

10) Abastecendo nos Estados Unidos: Mais uma vez, as cenas de filmes voltam à memória na hora de abastecer o carro. Nos Estados Unidos, o sistema de abastecimento é self-service, ou seja, não há frentista. Lendo em blogs de viagem, descobri que existe o sistema Full Service, operado por um frentista, porém você paga pelo serviço, além do preço da própria gasolina. Abastecer o carro sozinho não é difícil, mas trabalhoso da primeira vez. Segue um passo a passo:

10.1 – Estacione seu carro ao lado da bomba e desligue-o. Certifique-se de que você parou com o lado da abertura do tanque próximo à bomba. Retire a chave do contato e leve-a com você (não será legal trancar o carro com a chave dentro)

10.2 – Abra a tampa do tanque: em alguns carros, você não vai fazer isso com a chave, mas com algum botão ou alavanca no painel ou próximo à porta do motorista, por exemplo. Faça isso antes de ativar a bomba (talvez você perca um pouco de tempo da primeira vez, como nós com a abertura do Mazda 5, que é uma alavanca ao lado da porta do motorista)

10.3 – Memorize o número da sua bomba: Você vai precisar dessa informação para pagar e ativá-la. Cuidado para não pegar número da bomba errada, você pode perder seu $$$ na hora de informar o abastecimento.

10.4 – Escolha a forma de pagamento e ative a bomba: caso vá pagar com cartão de crédito, você poderá fazer a operação na própria bomba, se pagar em dinheiro deverá ir à loja de conveniência. Quer uma dica? Vá até a loja, mesmo pagando em cartão… Na viagem, nós pagamos todas as vezes em dinheiro. Na loja, solicite ao atendente o valor e a bomba (aquela cujo número você decorou) “Please, 30 dollars, pump 4”, por exemplo. Caso queira completar (“Fill”) avise ao funcionário antes para que ele possa te dar troco depois (se for o caso de você pagar em dinheiro). Ele vai te perguntar  o tipo da gasolina, sugiro a “Regular”, mais barata (Gasolina Comum). O funcionário irá destravar a bomba

10.5 – Abasteça o carro: Coloque a bomba no tanque e puxe o gatilho até travar. A bomba vai funcionar até o tanque encher ou chegar ao valor que você solicitou. Quando ela parar, retire e guarde o gatilho no local. Importante: não fume ou use celular no posto! 😉

10.6 – Feche o tanque: isso é realmente importante, especialmente para nós que não estamos acostumados a lidar com essa atividade! Cuidado para não causar acidentes ou desperdícios no caminho

Depois disso, volte à loja caso tenha abastecido no cartão ou tenha troco para receber e a tarefa estará concluída! Para mais informações, veja mais 2 guias ilustrados nos seguintes blogs: Vivendo nos EUA e Viajando para Orlando. Agora, por último, mas não menos importante:

11) Devolvendo o carro na locadora: É uma tarefa bem simples, você chega com o carro na área de devolução do aeroporto (Rental Car Center / Rental Return). Localizando a sua locadora, você estaciona o carro no local demarcado, entrega os documentos ao funcionários, ele fará a vistoria e emitirá o recibo ali na hora. Pelo menos no caso da Hertz, não tive nem que passar pelo balcão de check-in, já estava liberado na hora. Como você precisa entregar o carro com tanque cheio, há uma série de postos próximos à área de devolução do aeroporto, porém nesses postos você vai pagar mais caro (não é só no Brasil que o povo é esperto). Minha dica é: quando você ver que falta pouco para chegar, encontre um posto e complete o tanque. O trajeto não será suficiente para gastar tanto combustível assim. No meu caso, eu abasteci em um posto BP a 2 quadras do aeroporto de Miami e paguei o preço normal. Se fosse abastecer lá próximo ou comprar o combustível na locadora, iria pagar bem mais caro.

Bom, este é o fim da série sobre dirigir na Flórida, espero que você lembre-se dessas dicas e tenha uma boa viagem!

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Comprando roupas nos EUA

Para comprar roupas nos Estados Unidos é necessário saber o básico do sistema de medidas de roupas de lá, já que todo o sistema de medidas americano é diferente do que estamos acostumados.

Eu, como não tenho medidas padrão, adorei a experiência de comprar roupas lá, já que eu pude encontrar calças que me servissem na cintura E nas pernas (e não só em uma das duas opções, como quando compro em loja no Brasil). O único problema é decorar a sopa de números… Uma referência que usei foi o guia de conversão de tamanhos de roupas do site Tá Flórida. O guia é tão completo que não pretendo repeti-lo aqui, somente vou completar com as minhas experiências.

Tamanhos padrão:

Vamos lá, essa é a parte mais SIMPLES. São as medidas mais usadas pra camisetas, por exemplo:

PP = XS
P = S
M = M
G = L
GG = XL

Atenção: como lá eles se preocupam em ter roupas pra todos os tamanhos, você vai conseguir encontrar tamanhos maiores que o XL (GG), tem o XXL, XXXL e até maiores, você também vai encontrar essas etiquetas como 2XL, 3XL, etc. Portanto, preste atenção e encontre o tamanho certo pra você. Com certeza você vai encontrar.

Tamanhos de calçados:

Também gostei da experiência de comprar sapatos lá, já que eu uso 46 e normalmente preciso comprar ‘somente aquele modelo que tem o meu numero’, ou seja, não rola um direito de escolha. Consulte a tabelinha com as correspondências para os números daqui, é importante lembrar que cada marca pode ter variações, então experimentar é fundamental!

Calças:

Foi um dos itens que mais gostei de comprar, já que você escolhe o tamanho da cintura e das pernas, acabando com o problema das calças que servem na cintura e ficam curtas nas pernas. Para descobrir o tamanho das pernas, eu fui pelo método das tentativas e erros, até chegar. Eu, por exemplo, que tenho quase 2 metros de altura, preciso de pernas tamanho 34 (difícil de achar, mas não impossível como aqui).

Camisas:

De tudo, foi o que achei mais difícil, mas também é uma numeração funcional: você escolhe por largura do colarinho e tamanho das mangas. Eu descobri meu tamanho por tentativa e erro (mais de uma hora provando camisa na Polo Ralph Lauren). Como eu nunca soube qual o meu número de camisa no Brasil, já que esses números 3, 4 ou 5 nunca me servem no colarinho e nas mangas, acabei indo pra lá sem referência.

Nesse ponto, também é importante lembrar que cada marca pode ter variações e tem outro ponto: a maioria das marcas tem diferentes cortes, como Slim Fit e Custom Fit, portanto se um tamanho 16 numa camisa Standard ficou um pouco larga, experimente o mesmo tamanho em Slim Fit, no meu caso deu certo.

Para as meninas:

Acho que as regras de tamanhos para homens e mulheres são mais ou menos parecidas. Um item que exige atenção especial é a compra de sutiã. Para saber o tamanho certo, você vai precisar de uma fita métrica e calculadora (além de ter uma boa memória ou levar anotado em algum lugar). No guia do site Tá Flórida você encontra como fazer este cálculo direitinho.

Dicas gerais:

Nunca é demais dizer, mas em geral, nos outlets você vai encontrar preços incríveis em roupas de marcas famosas. E quando você encontrar a seção ‘Clearance‘, os preços vão estar ainda melhores (algo como um ‘saldão’, mesmo).

Dica #1: já que você tem as melhores marcas do mundo, não entre primeiro na Marshalls ou na Ross. Vou falar o que eu fiz, para você poder aprender com o erro alheio: entrei de cara na Marshalls, comprei uma camisa pólo e uma bermuda, pois estavam baratos. Não é que eu não tenha gostado, mas depois encontrei preços melhores na Tommy Hilfiger, por exemplo…

Dica #2: se você encontrar algo que realmente quer, compre. Não espere encontrar em outro lugar, pois isso provavelmente não vai acontecer e você vai se arrepender.

Dica #3: não pesquise preços do que você já comprou. Você pode se frustrar. Pense que pagou um bom preço e ponto. Se você não tivesse comprado antes, poderia nunca mais encontrar seu tamanho ou a cor que gostaria.

Dica #4: controle-se. Os preços são incrivelmente bons, tem muita promoção, mas dinheiro tem limite (infelizmente), mesmo que você tenha acabado de ganhar na mega-sena. O que nós fizemos e eu recomendo é levar aqueles cartões de débito pré pagos (Cash passport ou similar), porque aí você pode controlar o seu limite e não amargar uma Fatura do cartão de crédito astronômica na volta…. Cartão de crédito, use com moderação.

Texto complementar: Guia de conversão de tamanhos de roupas BRA x USA do site Tá Flórida (importante: não estou ganhando $$$ pra divulgar este site, mas realmente é o melhor de todos os guias que encontrei online)

Bom, aí estão as minhas dicas, boas compras!

Nosso carro depois de um dia de compras em Miami…

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Compras em Miami

Chegamos em Miami em uma quinta-feira à tarde. Logo após pegar o carro, fomos direto para o Dolphin Mall, um dos maiores shoppings (e o mais próximo do aeroporto também).Fomos lá só para reconhecer o local e jantar mesmo (se bem que tinha uma loja da Sony com produtos remanufaturados que eu não encontrei mais em lugar nenhum…)

Já no segundo dia, eu tinha que comprar minha câmera, afinal era o dia do jogo do Miami Heat! Chegamos à Best Buy antes mesmo de abrir. 10 horas e estávamos adentrando naquele paraíso dos eletrônicos! Se você quer comprar algo standard, este é o lugar, por exemplo eu comprei uma câmera Nikon D7000, com lente do kit. Preço tabelado em qualquer lugar. Porém, comprei outras coisas que me fizeram ficar arrependido, como os cartões de memória e tripés, que encontrei mais barato em outras lojas.

Dica: caso queira comprar algum eletrônico fora do padrão na Best Buy, compre online (site www.bestbuy.com) e marque a opção para retirar na loja (opção Store Pickup). Só tenha cuidado pra marcar entrega em um local de fácil acesso, tem dezenas de lojas Best Buy em Miami…

Não comprei celular na loja, não sabia se funcionaria, comprei na Amazon. Depois eu escrevo outro post para falar sobre compras online…

Saindo da Best Buy, fomos ao principal Outlet de Miami: o Sawgrass Mills. Para chegar lá é necessária uma viagem de mais de 40 minutos a partir de Miami. O lugar é um espetáculo! Sem brincadeira, você vai precisar de pelo menos 2 dias pra conhecer o shopping inteiro! (Juro, eu li isso em um blog e achei que era sacanagem…)

Foto Aérea Sawgrass Mills

Informações detalhadas sobre o Sawgrass Mills eu consegui em um texto bem bacana no blog Tá Flórida! Aí está o link para este texto, vou apenas complementar com dicas do que achei interessante:

  • O shopping abre às 10:00h. Chegue cedo (de preferência logo que o shopping abrir)! Assim você vai conseguir estacionar em um lugar bacana e também andar mais tranquilamente pelos corredores.
  • Nem todas as lojas boas ficam na parte coberta do shopping. Tem lojas importantes do lado de fora dos corredores. Por exemplo, da próxima vez que eu voltar lá, vou fazer questão de entrar pelo lado Oasis. Lá você vai encontrar a Polo Ralph Lauren, a Reebok, uma loja que vendia relógios Timex muito baratos, entre outras, antes mesmo de entrar no shopping (ou seja, se o $$$ acabasse antes de entrar, eu ainda sairia de lá feliz! 😉)
  • O shopping tem serviço de aluguel de carrinhos para compras. No meu caso (e vários outros), conforme as mãos iam ficando carregadas de sacolas, eu comprava uma mala de viagem, dessas de rodinhas (já que nós 2 fomos somente com uma). Em cada um dos 2 dias no shopping, compramos uma mala (claro, a preços muito bons)
  • Lá existem 2 praças de alimentação, uma em cada canto do shopping, portanto cuidado na hora de usá-la como ponto de referência ou para marcar encontro.
  • Os preços são ótimos e as ofertas tentadoras, mas tente agir com a razão. Sugestão: leve apenas cartão de débito e dinheiro, procure não entrar na empolgação de gastar no cartão de crédito.
  • Em tempo: tem uma Best Buy bem ao lado do Sawgrass Mills, portanto você pode planejar a sua viagem pra lá contemplando os 2 lugares, como a gente fez.

Boas compras!

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Miami também é praia…

Logo depois do jogo do Miami Heat, resolvemos dar uma volta na Ocean Drive, ver a praia, aquela coisa toda… Mas como a coisa lá estava bem movimentada (e não tínhamos a menor idéia de como usar aquelas máquinas de estacionamento na rua), voltamos pro hotel.

Deixamos a praia para a manhã seguinte, já em outro lugar: como íamos fazer compras no Sawgrass Mills, fomos para a praia em Fort Lauderdale. Não é que se diga: ‘Uau, quanta beleza natural!’, mas conseguimos molhar os pés, ver uns pelicanos e tal… E ainda por cima aprendemos a usar o tal do parquímetro, pra estacionar na rua. Isso eu detalho depois, quando for falar sobre dirigir na Flórida…

Para chegar lá: como não tínhamos a menor idéia de nomes de praias pelo local, colocamos o endereço do aeroporto de Fort Lauderdale no GPS e assim conseguimos chegar. O interessante é que os aviões decolam e fazem a aproximação por cima da praia, acaba sendo bem pitoresco diferente!

Bom, aí vão algumas fotos do local:

No próximo post, compras em Miami! Aguardem!

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NBA parte 2: Let’s go Heat!

Bom, no último post eu contei a parte dos ingressos até a entrada no ginásio, agora vamos à parte legal!

4. Localizando os assentos

Depois de passar pela revista é hora de entrar no ginásio, que aliás, eu achei mais parecido com uma casa de shows! De fato, aquilo me lembrou bastante o Credicard Hall, em SP. Pudemos concluir que essa arena é uma “casa de shows que também funciona como ginásio de basquete”. Coisas de primeiro mundo.

Bom, hora de encontrar o lugar marcado. Todos os setores são bem sinalizados e essa parte foi moleza. Apesar dos nossos lugares serem do outro lado do ginásio, foi fácil chegar ao tal do setor 419. Tem uma galera orientando também, para os mais perdidos… Essa foi a vista que teríamos deste jogo (apesar de estarmos no quarto andar, achei que a visão do jogo foi bem bacana):

Nossa vista do jogo do Miami Heat

5. Comprando comida

Pra quem está acostumado a ver jogo em estádio no Brasil, eu achei que tinha bastante variedade de comida à disposição. Eu me lembro de hot-dogs (completos, não só o pão com salsicha), também me lembro de ter empanadas e tacos. Tinha uma “praça de alimentação” bem próxima, assim como eu pude ver várias espalhadas próximas às entradas dos setores, assim como banheiros (limpos e sem filas) e lojinhas de artigos do Miami Heat: de camisas oficiais a uma série de souvenirs. Até tinha uma boa movimentação, mas sem muita espera e sem tumultos. (E no Brasil, imagina na Copa…)

Para nós, acabei comprando tacos e refrigerantes por $25. Vamos ao jogo:

6. Apresentação dos atletas

Isso é um show à parte! Após o aquecimento, os jogadores da equipe adversária são apresentados e as luzes apagadas para a apresentação do Heat. Até aí nada de mais, mas na hora que os grandes astros entram na quadra, eles ligam um equipamento lança-chamas que esquenta até o andar onde a gente estava (imagina a potência da chama!). Então, 1 minuto depois já está tudo fora da quadra para a execução do hino nacional, aquela coisa toda…

Show de apresentação dos atletas do Miami Heat

Show de apresentação dos atletas do Miami Heat

7. Hora do jogo!

Sim, bola ao alto, é hora do jogo! O momento mais aguardado!

Jogo entre Miami Heat x Memphis Grizzlies no American Airlines Arena

Durante o jogo, o show continua, o DJ comanda a trilha sonora em todos os intervalos e pedidos de tempo, e também para empurrar os gritos de guerra, que são:

  • Let’s go Heat! (quando o time está no ataque)
  • De-fense (na defesa)

Bem no centro da quadra tem um telão (com imagem HD), dando os “comandos” aos torcedores, sobre o que fazer. Além disso, você pode acompanhar as estatísticas da partida, qual a formação que está em quadra, quantas faltas cada um tem, as pontuações, etc. O jogo é transmitido ao vivo nesse telão e eles mostram os replays das jogadas de ataque do Heat, para os menos atentos.

Telão do American Airlines Arena

American Airlines Arena - Jogo NBA: Miami Heat x Memphis Grizzlies

Esse ginásio lotado é a coisa mais linda! 😉

8. Show do intervalo

Em todos os intervalos acontece alguma coisa diferente, como shows das Cheerleaders ou ações promocionais dos patrocinadores, seja na própria quadra ou no telão.

Show das Cheerleaders do Miami Heat

Como o lugar era marcado, resolvemos levantar para esticar um pouco as pernas. Ali no mesmo ambiente da praça de alimentação, havia uma “sacada” para os fumantes. Fiquei impressionado com a bela vista a partir dessa sacada. Será que é um incentivo pra galera fumar? Ou é só um bom tratamento aos fumantes?

Vista da área de fumantes do American Airlines Arena

9. Segundo tempo

Bom, agora que todo o deslumbramento já passou, vamos falar do jogo propriamente dito: nesse dia, parece que uma preguiça gigantesca tomou conta do time de Miami, que levou um couro do Memphis Grizzlies. O jogo em si chegava a ser sonolento e cansativo para quem assistia. No final, derrota por 97 x 82 (ou seja, além de perder, o jogo não passou dos 100 pontos)! Jogo ruim, apesar do espetáculo fora de quadra.

Para quem quiser mais detalhes sobre este jogo, visite a página da NBA com o resumo e as estatísticas da partida. Abaixo, algumas fotos de lances do jogo:

Miami Heat x Memphis Grizzlies - NBA

Miami Heat x Memphis Grizzlies - NBA

10. Balanço final

Jogo: ruim
Experiência: incrível!
Custos:

  • Ingressos: $70 cada
  • Estacionamento: $20
  • Comida: $25 (para duas pessoas)
  • Total para 2 pessoas: $185,00 (na famosa conversão 2×1, R$370,00 – espero que os ingressos do futebol por aqui nunca cheguem a este patamar…!)
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Ah, a América…

Já de volta da viagem à Flórida, falo por mim: fiquei encantado com a América! Com certeza, pra mim esse foi o destino de viagem mais incrível!

Foram 10 dias de  compras, parques, passeios e curtindo uma pitada da cultura americana, do tal do American Way of Life. Tudo isso com direito a um bocado de aventuras, seja com experiências para entender e ser entendido no idioma, no trânsito, ou tentando não passar por jacu em alguma outra situação típica americana… com certeza, história pra contar não falta 😉

Bom, o roteiro da nossa viagem foi o seguinte:

Dia 01) Embarque em SP – Escala no Panamá – Chegada a Miami – Aluguel do carro – Entrada no hotel – Passeio no shopping – Jantar
Dia 02) Compras no Sawgrass Mills – Jogo da NBA (Miami Heat) – Passeio na Ocean Drive
Dia 03) Passeio à praia em Fort Lauderdale – Compras no Sawgrass Mills – Arrumar malas para a viagem
Dia 04) Saída de Miami – Visita ao Kennedy Space Center (NASA) – Chegada em Orlando – Entrada no hotel – Compras
Dia 05) Visita aos parques da Universal: Islands of Adventure e Universal Studios
Dia 06) Viagem a Tampa – Visita ao parque Busch Gardens
Dia 07) Visita ao parque Sea World
Dia 08) Visita aos parques da Disney: Hollywood Studios e Magic Kingdom
Dia 09) Nova visita aos parques da Universal: Universal Studios e Islands of Adventure
Dia 10) Viagem Orlando/Miami – Devolução do carro – Embarque em Miami – Escala no Panamá – Chegada a São Paulo

Neste blog, vou contar em detalhes como foi cada parte dessa viagem incrível e dando algumas dicas de como aproveitar melhor a sua viagem, mas já adianto que eu recomendo! Vou deixar uma das imagens clássicas deste passeio como aperitivo.

Até mais!

Castelo da Cinderela no Disney's Magic Kingdom

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Call me MONEY!

Essa aula todo mundo tem no curso de inglês: as moedas de dólar tem NOME! Aí você estuda isso, decora tudo, e depois da prova do Intermediário 2, esquece tudo… (já que o objetivo, na adolescência, é pegar as letras das músicas em inglês e tirar no violão pra impressionar as gatinhas).

Aí depois você vai viajar pros EUA e fica sabendo que lá não tem essa de “arredondar”, nem essa de “balinha de troco”, se alguma coisa custa $5,10, você vai ter que dar 5 dólares e um DIME. Portanto, está aí a tabela para você (e eu) decorar, pra não passar vergonha na hora das compras….

Moedas e notas contemporâneas do dólar dos Estados Unidos
Unidade ($) Anverso Inverso Desenho no anverso Desenho no inverso
Moedas
0,01
Penny
United States penny, obverse, 2002.png United States penny, reverse.jpg Abraham Lincoln Lincoln Memorial
0,05
Nickel
United States nickel, obverse, 2005.jpg United States 2005 bison nickel, reverse.jpg Thomas Jefferson Desenho de um Bisão norte-americano
0,10
Dime
United States dime, obverse, 2002.jpg United States dime, reverse.jpg Franklin D. Roosevelt tocha, ramo de carvalhoramo de oliva
0,25
Quarter
United States quarter, obverse, 2004.jpg George Washington Designs de estados
0,50
Half-Dollar Coin
2005 Half Dollar Obv Unc P.png 2005 Half Dollar Rev Unc P.png John F. Kennedy Selo Presidencial
1,00
Dollar Coin
United States one dollar coin, reverse.jpg Sacagawea Águia calva em voo

Aliás, aqui vai o primeiro QUIZ desse blog: “Qual o valor da moedinha número 1 do Tio Patinhas?”

Resposta no próximo Post

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The book is on the table

– Você fala inglês?

Sem dúvida, este é um assunto polêmico. Qual o conceito de “inglês fluente”? É o suficiente pra manter uma conversação com um gringo ou é o mínimo necessário para poder dar aula em curso de idiomas? Na boa, acho que tá mais próximo de ser uma mistura desse último com uma BOA DOSE de “Embromation Enrolation”.

Bom, além de ajudar você (ou zicar tudo)

numa entrevista de emprego, se você quiser ter uma experiência plena nos Estados Unidos, precisa conseguir se virar por lá na língua deles.

– Peraí, mas não tem milhares de brasileiros na Flórida? Qualquer coisa, se não entender o que o cara tá falando, eu dou um berro no meio da loja perguntando “Tem brasileiro aeeee? Me ajuda aquiii?

PELAMORDEDEUS, não trinca minha cara de vergonha… Antes de embarcar, trate de desenterrar aqueles livros da FISK, do curso que vc fazia na adolescência pra saber cantar as letras das músicas, vai…!

Ou melhor que isso (vai que vc já jogou todos aqueles livros fora, né…), tem muita informação na Internet (essa frase é manjada)

. É só procurar um pouquinho… Um site que eu curto bastante é o Englishtown. Lá você pode assinar uma newsletter com um aula diária de 5 minutos de graça. Na maioria dos casos, os temas são bem básicos, mas é bom pra desenferrujar e dar uma praticada.

Outro link interessante é esse de pronúncia. O desafio é completar o poema até o final…

Em último caso, se você, rapaz solteiro e garboso, estiver lá pros lados de Miami Beach, de olho nas menininhas e louco pra dar aquela impressionada, se liga na dica do Teacher Joel:

Pode to be?

PS: Estou com a proposta de negócio pronta para o “JOEL SANTANA ENGLISH INSTITUTE” . Investidores, tratar aqui.

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