Compras

Comprando roupas nos EUA

Para comprar roupas nos Estados Unidos é necessário saber o básico do sistema de medidas de roupas de lá, já que todo o sistema de medidas americano é diferente do que estamos acostumados.

Eu, como não tenho medidas padrão, adorei a experiência de comprar roupas lá, já que eu pude encontrar calças que me servissem na cintura E nas pernas (e não só em uma das duas opções, como quando compro em loja no Brasil). O único problema é decorar a sopa de números… Uma referência que usei foi o guia de conversão de tamanhos de roupas do site Tá Flórida. O guia é tão completo que não pretendo repeti-lo aqui, somente vou completar com as minhas experiências.

Tamanhos padrão:

Vamos lá, essa é a parte mais SIMPLES. São as medidas mais usadas pra camisetas, por exemplo:

PP = XS
P = S
M = M
G = L
GG = XL

Atenção: como lá eles se preocupam em ter roupas pra todos os tamanhos, você vai conseguir encontrar tamanhos maiores que o XL (GG), tem o XXL, XXXL e até maiores, você também vai encontrar essas etiquetas como 2XL, 3XL, etc. Portanto, preste atenção e encontre o tamanho certo pra você. Com certeza você vai encontrar.

Tamanhos de calçados:

Também gostei da experiência de comprar sapatos lá, já que eu uso 46 e normalmente preciso comprar ‘somente aquele modelo que tem o meu numero’, ou seja, não rola um direito de escolha. Consulte a tabelinha com as correspondências para os números daqui, é importante lembrar que cada marca pode ter variações, então experimentar é fundamental!

Calças:

Foi um dos itens que mais gostei de comprar, já que você escolhe o tamanho da cintura e das pernas, acabando com o problema das calças que servem na cintura e ficam curtas nas pernas. Para descobrir o tamanho das pernas, eu fui pelo método das tentativas e erros, até chegar. Eu, por exemplo, que tenho quase 2 metros de altura, preciso de pernas tamanho 34 (difícil de achar, mas não impossível como aqui).

Camisas:

De tudo, foi o que achei mais difícil, mas também é uma numeração funcional: você escolhe por largura do colarinho e tamanho das mangas. Eu descobri meu tamanho por tentativa e erro (mais de uma hora provando camisa na Polo Ralph Lauren). Como eu nunca soube qual o meu número de camisa no Brasil, já que esses números 3, 4 ou 5 nunca me servem no colarinho e nas mangas, acabei indo pra lá sem referência.

Nesse ponto, também é importante lembrar que cada marca pode ter variações e tem outro ponto: a maioria das marcas tem diferentes cortes, como Slim Fit e Custom Fit, portanto se um tamanho 16 numa camisa Standard ficou um pouco larga, experimente o mesmo tamanho em Slim Fit, no meu caso deu certo.

Para as meninas:

Acho que as regras de tamanhos para homens e mulheres são mais ou menos parecidas. Um item que exige atenção especial é a compra de sutiã. Para saber o tamanho certo, você vai precisar de uma fita métrica e calculadora (além de ter uma boa memória ou levar anotado em algum lugar). No guia do site Tá Flórida você encontra como fazer este cálculo direitinho.

Dicas gerais:

Nunca é demais dizer, mas em geral, nos outlets você vai encontrar preços incríveis em roupas de marcas famosas. E quando você encontrar a seção ‘Clearance‘, os preços vão estar ainda melhores (algo como um ‘saldão’, mesmo).

Dica #1: já que você tem as melhores marcas do mundo, não entre primeiro na Marshalls ou na Ross. Vou falar o que eu fiz, para você poder aprender com o erro alheio: entrei de cara na Marshalls, comprei uma camisa pólo e uma bermuda, pois estavam baratos. Não é que eu não tenha gostado, mas depois encontrei preços melhores na Tommy Hilfiger, por exemplo…

Dica #2: se você encontrar algo que realmente quer, compre. Não espere encontrar em outro lugar, pois isso provavelmente não vai acontecer e você vai se arrepender.

Dica #3: não pesquise preços do que você já comprou. Você pode se frustrar. Pense que pagou um bom preço e ponto. Se você não tivesse comprado antes, poderia nunca mais encontrar seu tamanho ou a cor que gostaria.

Dica #4: controle-se. Os preços são incrivelmente bons, tem muita promoção, mas dinheiro tem limite (infelizmente), mesmo que você tenha acabado de ganhar na mega-sena. O que nós fizemos e eu recomendo é levar aqueles cartões de débito pré pagos (Cash passport ou similar), porque aí você pode controlar o seu limite e não amargar uma Fatura do cartão de crédito astronômica na volta…. Cartão de crédito, use com moderação.

Texto complementar: Guia de conversão de tamanhos de roupas BRA x USA do site Tá Flórida (importante: não estou ganhando $$$ pra divulgar este site, mas realmente é o melhor de todos os guias que encontrei online)

Bom, aí estão as minhas dicas, boas compras!

Nosso carro depois de um dia de compras em Miami…

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Compras em Miami

Chegamos em Miami em uma quinta-feira à tarde. Logo após pegar o carro, fomos direto para o Dolphin Mall, um dos maiores shoppings (e o mais próximo do aeroporto também).Fomos lá só para reconhecer o local e jantar mesmo (se bem que tinha uma loja da Sony com produtos remanufaturados que eu não encontrei mais em lugar nenhum…)

Já no segundo dia, eu tinha que comprar minha câmera, afinal era o dia do jogo do Miami Heat! Chegamos à Best Buy antes mesmo de abrir. 10 horas e estávamos adentrando naquele paraíso dos eletrônicos! Se você quer comprar algo standard, este é o lugar, por exemplo eu comprei uma câmera Nikon D7000, com lente do kit. Preço tabelado em qualquer lugar. Porém, comprei outras coisas que me fizeram ficar arrependido, como os cartões de memória e tripés, que encontrei mais barato em outras lojas.

Dica: caso queira comprar algum eletrônico fora do padrão na Best Buy, compre online (site www.bestbuy.com) e marque a opção para retirar na loja (opção Store Pickup). Só tenha cuidado pra marcar entrega em um local de fácil acesso, tem dezenas de lojas Best Buy em Miami…

Não comprei celular na loja, não sabia se funcionaria, comprei na Amazon. Depois eu escrevo outro post para falar sobre compras online…

Saindo da Best Buy, fomos ao principal Outlet de Miami: o Sawgrass Mills. Para chegar lá é necessária uma viagem de mais de 40 minutos a partir de Miami. O lugar é um espetáculo! Sem brincadeira, você vai precisar de pelo menos 2 dias pra conhecer o shopping inteiro! (Juro, eu li isso em um blog e achei que era sacanagem…)

Foto Aérea Sawgrass Mills

Informações detalhadas sobre o Sawgrass Mills eu consegui em um texto bem bacana no blog Tá Flórida! Aí está o link para este texto, vou apenas complementar com dicas do que achei interessante:

  • O shopping abre às 10:00h. Chegue cedo (de preferência logo que o shopping abrir)! Assim você vai conseguir estacionar em um lugar bacana e também andar mais tranquilamente pelos corredores.
  • Nem todas as lojas boas ficam na parte coberta do shopping. Tem lojas importantes do lado de fora dos corredores. Por exemplo, da próxima vez que eu voltar lá, vou fazer questão de entrar pelo lado Oasis. Lá você vai encontrar a Polo Ralph Lauren, a Reebok, uma loja que vendia relógios Timex muito baratos, entre outras, antes mesmo de entrar no shopping (ou seja, se o $$$ acabasse antes de entrar, eu ainda sairia de lá feliz! 😉)
  • O shopping tem serviço de aluguel de carrinhos para compras. No meu caso (e vários outros), conforme as mãos iam ficando carregadas de sacolas, eu comprava uma mala de viagem, dessas de rodinhas (já que nós 2 fomos somente com uma). Em cada um dos 2 dias no shopping, compramos uma mala (claro, a preços muito bons)
  • Lá existem 2 praças de alimentação, uma em cada canto do shopping, portanto cuidado na hora de usá-la como ponto de referência ou para marcar encontro.
  • Os preços são ótimos e as ofertas tentadoras, mas tente agir com a razão. Sugestão: leve apenas cartão de débito e dinheiro, procure não entrar na empolgação de gastar no cartão de crédito.
  • Em tempo: tem uma Best Buy bem ao lado do Sawgrass Mills, portanto você pode planejar a sua viagem pra lá contemplando os 2 lugares, como a gente fez.

Boas compras!

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Dicas de compras – e muito mais!

Como eu já disse antes, a proposta deste blog é contar sobre a nossa experiência de viagem para a Flórida & everything related to.

Porém, esses dias eu encontrei o site Viaje Aqui, com dicas de compras (e muito mais) nos EUA. Aqui abaixo estou copiando um texto muito interessante sobre limite de compras no exterior, coisa importante a ser considerada já que, uma vez lá, será natural entrar na loucura das compras!

Amigos jornalistas, antes das críticas, peço meu direito de defesa: “Eu podia estar matando, eu podia estar roubando, mas estou aqui humildemente compartilhando um texto de utilidade pública e dando o devido crédito”.

Link do site Viaje Aqui – Dicas de Compras nos EUA e muito mais! Recomendo a leitura

Link da matéria original (essa que copiei abaixo)

Limite de compras no exterior

Quem viaja de avião para o exterior pode gastar, no máximo, US$ 500 em compras, sob pena de pagar multa de 50% sobre o valor excedente (por navio ou via terrestre, a cota de isenção cai para US$ 300). A parte boa é que, desde outubro de 2010, celulares, máquinas fotográficas, relógios, roupas, sapatos e cosméticos não precisam ser declarados. A Receita Federal classifica esses objetos como de uso pessoal e, por isso, não entram na cota de isenção. Em compensação, para qualquer item há um controle sobre o número de unidades (veja lista abaixo).

Anote aí:

  • A Declaração de Saída Temporária de Bens foi extinta. Esse documento era emitido antes do embarque, a pedido do turista, para comprovar que ele já era dono dos equipamentos importados levados na viagem. Era a melhor forma de prevenir eventuais confusões na alfândega – como o fiscal da Receita alegar que o produto fora comprado naquela temporada no exterior.
  • Para não correr o risco de pagar imposto por algo que você já tinha, leve a nota fiscal do equipamento.
  • Se você não tiver o comprovante, melhor deixar o eletrônico em casa; essa regra não se aplica a produtos nacionais.

Lista de produtos:

1. Câmera fotográfica e celular

Quantidade máxima: um por pessoa

Entra na cota dos US$ 500? Não. São considerados objetos de uso pessoal, não importa o modelo e o valor, se estiverem fora da embalagem e usados.

2. Lentes e outros equipamentos fotográficos

Quantidade máxima: depende do valor. Procure não trazer mais de 10 nem de marcas e tipos diferentes

Entra na cota dos US$ 500? Sim. A menos que você consiga provar que comprou para uso profissional durante a viagem.

3. Câmera filmadora

Quantidade máxima: duas por pessoa.

Entra na cota dos US$ 500? Sim. Porém, no caso de máquinas que filmam e fotografam, vale a regra da câmera fotográfica.

4. Notebook, videogame e outros eletrônicos

Quantidade máxima: um de cada tipo por pessoa.

Entra na cota dos US$ 500? Sim. Para proteger o mercado nacional, o Ministério da Fazenda não libera esses produtos.

5. Relógio

Quantidade máxima: três por pessoa.

Entra na cota dos US$ 500? Não. Faz parte dos produtos considerados de uso pessoal.

6. Roupa e sapato

Quantidade máxima: três de cada tipo/modelo.

Entra na cota dos US$ 500? Não. São considerados de uso pessoal, mas têm de ser condizentes com o passageiro e o tipo da viagem.

7. Bebida

Quantidade máxima: 12 litros do exterior mais 24 garrafas do Duty Free

Entra na cota dos US$ 500? Sim. Somente as compradas no Duty Free não são tributadas.

8. Cigarro

Quantidade máxima: dez maços do exterior, mais 20 maços do Duty Free.

Entra na cota dos US$ 500? Sim. Somente as comprados no Duty Free não são tributados.

9. Cosmético

Quantidade máxima: não há número oficial, mas o recomendável é trazer no máximo dez unidades de um mesmo produto.

Entra na cota dos US$ 500? Não. É considerado de uso pessoal. Só não exagere – do contrário, podem ser tributados.

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