A viagem

Kennedy Space Center

Saímos de Miami perto das 6:00h da manhã com destino ao Kennedy Space Center, em Cabo Canaveral, próximo a Orlando. Depois de 217 milhas, chegamos por volta das 10:00h da manhã, bem na hora da abertura a visitantes. Era domingo de Páscoa e várias famílias chegavam para passar o dia nesse lugar.

O Kennedy Space Center é a base da NASA, o local de onde são lançados os foguetes, ônibus espaciais e afins. Também abriga toda uma infra-estrutura preparada especialmente para receber o turista. Vamos lá!

Chegando lá, estacionamos e nos dirigimos à entrada do complexo. Como nós compramos pela Internet, pudemos passar direto pela bilheteria e nos dirigir à porta de entrada, apresentando lá o comprovante de compra impresso e os documentos (fica a dica: nós não sabíamos e perdemos tempo na fila até sermos atendidos no guichê…)

Feito isso, entramos no Visitor Complex. Como compramos o ingresso standard (o mais barato), tínhamos direito a um passeio de ônibus pelas instalações, visitação livre no Visitor Complex e entrada para o Memorial dos Astronautas. Existe a possibilidade de comprar um tour maior, conhecendo mais instalações da NASA ou ainda tomar um café da manhã com astronautas (mediante agendamento). Bom, resolvemos ficar com o nosso passeio padrão mesmo. Embarcamos no ônibus, que saem a cada 30 minutos do Visitor Complex.

O ônibus sai do complexo e entra na área restrita da NASA (que mais parece uma fronteira: uma cancela, os federais fazendo a segurança, aquela coisa toda…). Essa área restrita é MUITO grande, acho que o ônibus percorre uns 15 minutos a uma boa velocidade, até que chegamos à primeira parada: uma estação de lançamento de foguetes desativada. Nesse lugar, existe um pequeno auditório onde se pode conhecer sobre a logística de deslocamento e lançamento de um ônibus espacial. Logo depois, todos vão para a sala ao lado ver em uma maquete a simulação de um lançamento. Logo depois, os visitantes podem subir na estação, ver de perto um motor de foguete em tamanho real e avistar de um mirante o quão grandiosa é a estrutura do local.

Depois disso, voltamos ao ônibus: mais um longo passeio pelas instalações da NASA. É possível avistar as fachadas dos prédios de dentro do ônibus, bem como alguns veículos de transporte de foguetes e até mesmo o ônibus espacial Discovery! Quer dizer, este não mais, pois uma semana depois de nossa visita, ele foi transportado para um museu da NASA em Washington. O que é importante destacar nos passeios de ônibus pelo Kennedy Space Center é que o próprio motorista é o guia, que vai narrando tudo pelo sistema de som. De todos, acho que é o passeio que mais exige fluência e concentração no idioma para entender tudo o que eles dizem.

Então chegamos ao ponto alto da visita: o Apolo Saturn V Center. Esperamos cerca de 15 minutos do lado de fora de uma porta. Enquanto esperamos a sua abertura, um placar eletrônico contextualiza os visitantes com números, curiosidades e acontecimentos das décadas de 50 e 60: estamos prestes a entrar num túnel do tempo, bem no meio da Corrida Espacial!

Bom, quando as portas são abertas, entramos em uma sala que conta a história da Corrida Espacial e da participação do presidente Kennedy nesta história: em resumo, ele abriu os cofres e colocou como objetivo que o homem chegasse à Lua e retornasse à Terra em segurança até o final da década de 60. Não estava vivo para ver “o gigantesco salto para a humanidade” em julho de 1969, mas com certeza proporcionou as condições para um dos grandes momentos do “Orgulho Americano”. Aliás, pudemos observar poucos “gringos” neste passeio. Nenhum brasileiro identificado, realmente uma raridade… Nos pareceu um típico “passeio da família americana”, o que explica porque é o lugar onde o inglês é mais exigido.

Bom, logo depois somos levados a uma platéia em formato de arquibancada. À nossa frente, a sala de controle das missões Apolo. Assistimos a uma simulação de lançamento de um foguete e um pouco da história das missões e da Corrida Espacial como um todo. Após a apresentação deste belo espetáculo, abrem-se as portas para um grande galpão, onde é possível conhecer réplicas dos foguetes em tamanho real, detalhes dos painéis de controle, das roupas dos astronautas, recortes de jornais da época e todo tipo de curiosidade referente às missões Apolo. Também é neste lugar que está o principal restaurante, na verdade um fast-food com um número relativamente grande de opções. Almoçamos ali mesmo.

O interessante do passeio é a questão do deslocamento: como os ônibus circulam o dia todo, você pode ficar quanto tempo quiser em uma atração e depois pegar a fila para o próximo ônibus. Após a visita ao Apolo Saturn V Center, voltamos ao complexo de visitantes. Demos uma volta do Rocket Garden, o “jardim dos foguetes” na parte externa do complexo, visitamos um museu de veículos de transportes, sondas e afins e fomos até o simulador de decolagem de um ônibus espacial: se você não tiver problemas de ficar a 90 graus do chão, ou de ponta cabeça, vale a pena conhecer!

No complexo de visitantes ainda há outra opção de restaurante, para quem não quis comer no meio do passeio. E também não podia faltar uma lojinha de lembranças do local. É possível comprar até mesmo uma roupa de astronauta (pode ser muito útil em uma festa a fantasia…)! Porta-retratos, chaveiros, ímãs de geladeira e outras “utilidades” também fazem parte do cardápio.

Por conta do cansaço, acabamos não visitando o cinema 3D e nem o Memorial dos Astronautas, que fica em outro prédio, já pegando a estrada para voltar a Orlando. Também não pudemos conhecer a área destinada ao ônibus espacial Atlantis, já que ainda não havia sido inaugurada. Esses pontos ficam para a próxima visita!

Em resumo, é um passeio diferente que vale a pena, especialmente se você tem curiosidade para conhecer um pouco do Orgulho Americano e da história recente, saindo um pouco da coisa lúdica e do “mundo de sonho e fantasia” que nos espera na Flórida. Recomendamos!

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Visita a Cabo Canaveral?

Bom, o primeiro post sobre parques será sobre o Kennedy Space Center, que apesar de não ser propriamente um parque, é uma atração temática e, com certeza um bom programa para se fazer de férias na Flórida.

Bom, mas antes de falar sobre o passeio propriamente dito, preciso confessar o porquê deste passeio ter entrado no roteiro da viagem: a associação entre Flórida / Cabo Canaveral / NASA / foguetes veio diretamente de uma memória de infância: Lembra do desenho do Pica-Pau, quando o Zé Jacaré tenta aplicar-lhe um golpe, convencendo-o a viajar de foguete enquanto tenta prepará-lo no forno para o jantar? Pois então…

Desenho do Pica-Pau

Desenho do Pica-Pau

Se você é como eu, já viu esse desenho umas 8.537 vezes, mas não custa ver mais uma pra associar o que estou falando… Logo mais, o post sobre o Kennedy Space Center!

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Comprando os tickets dos parques

Antes de qualquer coisa, eu concordo com a máxima: “Ir à Flórida e não visitar a Disney é como ir a Roma e não ver o Papa”.

Orlando tem muito para oferecer, além da Disney. O negócio é planejar seu tempo e para aproveitar ao máximo todas essas atrações! Há quem diga ser necessário no mínimo 2 semanas para aproveitar todos os parques. Como ficamos somente 5 dias em Orlando, não visitamos todos os parques, deixamos um pouco pra próxima… 😉

E, já que não dá pra visitar tudo, montamos um roteiro que melhor nos atendesse em termos de deslocamento e $$$ e compramos tudo antecipado pela Internet! Em alguns casos sai mais em conta, além de você não perder tempo em fila de bilheteria e evitar surpresas desagradáveis no já castigado cartão de crédito da volta da viagem…

Comprar online é simples, basta ter um cartão de crédito internacional e conhecimentos básicos de inglês. A seguir, um passo a passo para você ganhar tempo:

1) Universal (universalorlando.com): Aqui, você pode comprar  ingressos para os parques Universal Studios Florida e  Island of Adventure:

  • Clique em Buy Tickets, no canto superior esquerdo da página
  • Escolha a opção “Single Park Admission” (você só poderá entrar em 1 parque por dia) ou “Park to Park Admission” (para poder entrar nos 2 parques no mesmo dia)
  • Escolha o pacote com a quantidade de dias desejada. Você vai perceber que, quanto mais dias, maior o desconto oferecido. IMPORTANTE: Existem preços diferenciados para cidadãos americanos ou canadenses, portanto não caia na tentação de comprar os ingressos destinados a “US and Canadian Residents Only” (a menos que você resida nos Estados Unidos ou Canadá, claro!).
  • Escolha a quantidade de adultos e crianças e adicione ao carrinho de compras (“Add to cart”)
  • A partir daí, você será direcionado para a tela de adicionais e upgrades. Você pode adquirir a maioria desses itens (talvez todos) diretamente lá, porém caso tenha certeza de que vai utilizar, é recomendável aproveitar para comprar junto, por exemplo, o show do Blue Man Group, o Café da Manhã com os personagens (Character Breakfasts) ou o aluguel de carrinho de bebê (Stroller Rentals). Por outro lado, o Universal Express Pass, que é um ticket que permite economizar tempo na fila (seria um “fura-fila regulamentado”), eu recomendo comprar direto lá, pois se o parque estiver vazio, você terá a sensação de ter perdido dinheiro (levando-se em consideração que o Universal Express custa cerca de US$ 30)
  • Na próxima tela, escolha a opção de entrega (“Select Delivery Options”): a melhor e mais prática opção é “Print At Home”. Custo zero, você só precisará levar o papel impresso, documentos de identificação dos visitantes e o cartão de crédito usado para o pagamento
  • Clique em “Assign Tickets”. Você vai precisar colocar os nomes completos de todos os visitantes
  • Informe e confirme seu e-mail. Ele será usado para o envio das confirmações de pagamento e dos tickets
  • Clique em “Continue Checkout” e finalize sua compra, preenchendo um pequeno cadastro e informando os dados de seu cartão de crédito. Clique em Place Order para finalizar.

2) Wlat Disney World (disneyworld.disney.go.com): Aqui, você pode comprar  ingressos para os parques Magic Kingdom, Disney’s Hollywood Studios, Epcot e Disney’s Animal Kingdom, além dos parques aquáticos Disney’s Typhoon Lagoon e Disney’s Blizzard Beach:

  • Clique em Parks & Tickets, na parte superior da página, vá em Tickets / Theme Park Tickets
  • Escolha a quantidade de pessoas (Adultos e crianças), logo em seguida a quantidade de dias desejada e as opções adicionais desejadas. Dentre as opções, eu destaco o Park Hopper, que é a possibilidade de visitar mais de um parque no mesmo dia (custo de cerca de US$ 57 por ticket)
  • Enquanto você seleciona as opções desejadas, o valor aparece em um box azul do lado direito da tela. Assim que tiver selecionado todas as opções desejadas, clique em Add to Cart
  • Na próxima tela, confirme sua opção e clique em Check Out. Será solicitado o login com  sua “Conta Disney”, ou a criação de uma, caso não possua. A partir daí, você preenche um cadastro, insere as informações do cartão de crédito e conclui a compra.
  • Escolha a opção de imprimir o ticket em casa, imprima-o e guarde em lugar seguro para a viagem. Assim como no ingresso da Universal, você também vai precisar apresentar o cartão e documento de identificação para validar sua entrada

3) Sea World Parks (seaworld.com): Aqui, você pode comprar  ingressos para os parques Sea World, Aquatica, em Orlando, além do Busch Gardens, em Tampa.

  • Selecione a opção “Orlando”, então clique em Buy Tickets, na parte superior da página
  • Serão exibidas as opções de tickets mais populares. Caso tenha interesse por uma dessas opções, informe a quantidade de adultos e crianças e clique em Add to Cart. Caso contrário, clique em “See all ticket options”
  • IMPORTANTE: caso você opte por comprar o pacote com Sea World + Busch Gardens com desconto, não precisará ir aos 2 parques no mesmo dia! Você tem um prazo de 14 dias para utilizar sua entrada nos parques, a partir da primeira entrada (até porque você terá que pegar a estrada de Orlando a Tampa – é uma viagem de cerca de 110 milhas)
  • Caso queira conhecer os Extras disponíveis, como café da manhã com as baleias ou um passeio no backstage do parque, clique em Add Extras na parte inferior da página
  • Após ter selecionado todos os itens desejados, clique em Check Out no box na lateral direita da página
  • Preencha os nomes dos visitantes, forneça seus dados de cobrança e informações do cartão de crédito para finalizar a compra.
  • Escolha a opção de imprimir os ingressos em casa, imprima-o e guarde em lugar seguro para a viagem. Assim como nos demais parques, você também vai precisar apresentar o cartão e documento de identificação para validar sua entrada

4) Kennedy Space Center (www.kennedyspacecenter.com): Aqui você pode comprar ingressos para o Centro Espacial John F. Kennedy, em Cabo Canaveral, com direito a visita ao local de onde são lançados os foguetes e naves espaciais, além do memorial dos astronautas americanos.

  • Selecione a opção Buy Tickets, na parte superior da página
  • Escolha a data de início (Start Date). Seu ticket será válido para um prazo de 120 dias a contar da data inserida aqui (atenção ao formato americano: MM/DD/AAAA)
  • Escolha uma das opções de pacotes, insira o número de adultos e/ou crianças e clique em Add to Cart. A partir daí, você poderá continuar comprando (“Continue Shopping”) ou finalizar a compra (“Check Out”). Para determinadas épocas do ano, existem pacotes com refeições inclusas (“Meal Vouchers“) a preços promocionais
  • Para finalizar a compra, será solicitado um login e senha, ou a criação de uma conta, caso não possua. A partir daí, você preenche um cadastro, insere as informações do cartão de crédito e conclui a compra.
  • Escolha a opção de imprimir o ticket em casa, imprima-o e guarde em lugar seguro para a viagem. Assim como nos demais ingressos, você também vai precisar apresentar o cartão e documento de identificação para validar sua entrada

Espero ter ajudado a desmistificar  um pouco essa coisa da compra online. Pode acreditar, é seguro e relativamente fácil! Ah, um detalhe importante: todos os IMPOSTOS são inseridos na compra somente no final, por esse motivo pode parecer que a sua compra saiu mais cara do que no início, mas é assim mesmo…

Bom, nos próximos posts, eu conto mais das experiências nos parques! Até mais!

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Dirigindo na Flórida – parte 3: Estacionando, abastecendo e devolvendo o carro

Bom, esta é a última parte da série “Dirigindo na Flórida”, com as últimas das coisas diferentes ou “armadilhas” que você poderá enfrentar quando for passear na Flórida: estacionar seu carro com uso do parquímetro, abastecer em posto de combustível e devolver o veículo na locadora. Não há muitos segredos, mas a leitura é importante para evitar “micos de primeira viagem”:

9. Estacionando com parquímetro: O parquímetro é uma máquina para automatizar a arrecadação de taxas de estacionamento em áreas urbanas. No Brasil, isso é conhecido como “Zona Azul” e há cidades que também possuem este equipamento. Por desconhecer como funcionava, deixamos de parar para conhecer a Ocean Drive, em Miami Beach, porém no dia seguinte em lugar menos movimentado, pudemos constatar que é bastante simples e intuitivo operá-lo. É só seguir os passos estampados na própria máquina:

9.1 – Insira notas, moedas ou cartão de crédito: quando você insere moedas (meu caso), o visor vai informando automaticamente qual o horário limite do período. No caso de notas ou cartão, você deve controlar este tempo pressionando os botões azuis (+) para adicionar tempo manualmente ou (MAX) para pagar o valor pelo período máximo.

9.2 – Aperte o botão verde: quando tiver concluído a seleção de valor ou inserido suas moedas, aperte este botão para que o ticket seja impresso

9.3 – Pegue seu ticket

9.4 – Coloque o ticket dentro do carro, em área visível pelo pára-brisa. Simples assim. Seu carro está estacionado regularmente até o horário do ticket.

10) Abastecendo nos Estados Unidos: Mais uma vez, as cenas de filmes voltam à memória na hora de abastecer o carro. Nos Estados Unidos, o sistema de abastecimento é self-service, ou seja, não há frentista. Lendo em blogs de viagem, descobri que existe o sistema Full Service, operado por um frentista, porém você paga pelo serviço, além do preço da própria gasolina. Abastecer o carro sozinho não é difícil, mas trabalhoso da primeira vez. Segue um passo a passo:

10.1 – Estacione seu carro ao lado da bomba e desligue-o. Certifique-se de que você parou com o lado da abertura do tanque próximo à bomba. Retire a chave do contato e leve-a com você (não será legal trancar o carro com a chave dentro)

10.2 – Abra a tampa do tanque: em alguns carros, você não vai fazer isso com a chave, mas com algum botão ou alavanca no painel ou próximo à porta do motorista, por exemplo. Faça isso antes de ativar a bomba (talvez você perca um pouco de tempo da primeira vez, como nós com a abertura do Mazda 5, que é uma alavanca ao lado da porta do motorista)

10.3 – Memorize o número da sua bomba: Você vai precisar dessa informação para pagar e ativá-la. Cuidado para não pegar número da bomba errada, você pode perder seu $$$ na hora de informar o abastecimento.

10.4 – Escolha a forma de pagamento e ative a bomba: caso vá pagar com cartão de crédito, você poderá fazer a operação na própria bomba, se pagar em dinheiro deverá ir à loja de conveniência. Quer uma dica? Vá até a loja, mesmo pagando em cartão… Na viagem, nós pagamos todas as vezes em dinheiro. Na loja, solicite ao atendente o valor e a bomba (aquela cujo número você decorou) “Please, 30 dollars, pump 4”, por exemplo. Caso queira completar (“Fill”) avise ao funcionário antes para que ele possa te dar troco depois (se for o caso de você pagar em dinheiro). Ele vai te perguntar  o tipo da gasolina, sugiro a “Regular”, mais barata (Gasolina Comum). O funcionário irá destravar a bomba

10.5 – Abasteça o carro: Coloque a bomba no tanque e puxe o gatilho até travar. A bomba vai funcionar até o tanque encher ou chegar ao valor que você solicitou. Quando ela parar, retire e guarde o gatilho no local. Importante: não fume ou use celular no posto! 😉

10.6 – Feche o tanque: isso é realmente importante, especialmente para nós que não estamos acostumados a lidar com essa atividade! Cuidado para não causar acidentes ou desperdícios no caminho

Depois disso, volte à loja caso tenha abastecido no cartão ou tenha troco para receber e a tarefa estará concluída! Para mais informações, veja mais 2 guias ilustrados nos seguintes blogs: Vivendo nos EUA e Viajando para Orlando. Agora, por último, mas não menos importante:

11) Devolvendo o carro na locadora: É uma tarefa bem simples, você chega com o carro na área de devolução do aeroporto (Rental Car Center / Rental Return). Localizando a sua locadora, você estaciona o carro no local demarcado, entrega os documentos ao funcionários, ele fará a vistoria e emitirá o recibo ali na hora. Pelo menos no caso da Hertz, não tive nem que passar pelo balcão de check-in, já estava liberado na hora. Como você precisa entregar o carro com tanque cheio, há uma série de postos próximos à área de devolução do aeroporto, porém nesses postos você vai pagar mais caro (não é só no Brasil que o povo é esperto). Minha dica é: quando você ver que falta pouco para chegar, encontre um posto e complete o tanque. O trajeto não será suficiente para gastar tanto combustível assim. No meu caso, eu abasteci em um posto BP a 2 quadras do aeroporto de Miami e paguei o preço normal. Se fosse abastecer lá próximo ou comprar o combustível na locadora, iria pagar bem mais caro.

Bom, este é o fim da série sobre dirigir na Flórida, espero que você lembre-se dessas dicas e tenha uma boa viagem!

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Dirigindo na Flórida – parte 2: Pé na estrada

Continuando as dicas do post anterior, é hora de pegar a estrada! O trecho que fizemos em estrada foi de Miami a Orlando. Como sabíamos que seria uma longa viagem (234 milhas – cerca de 380 km), resolvemos otimizar com o passeio ao Kennedy Space Center, no Cabo Canaveral, no meio da viagem. Este passeio será tema de um dos próximos posts.

Saímos de Miami às 6:00h da manhã para chegarmos ao Kennedy Space Center perto das 10:00h, com direito a 2 paradas no caminho. Aí está o mapa do itinerário dessa viagem:

Como é possível perceber pela estimativa do Google Maps, não é uma viagem curta, mas também não tem muitos segredos não, levando-se em conta a estrutura viária norte-americana e os itens que mencionei no post anterior (carro automático com GPS). Vamos às dicas:

5. Esteja descansado e/ou divida o volante: 4 horas de viagem, um carrão automático, ar condicionado, piloto automático, estrada perfeita, nenhuma subida ou descida e poucas curvas. Pra quem está acostumado às estradas “com emoção” do Brasil, isso na verdade é um grande tédio. E é aí que mora o perigo!  São muitas milhas sem ter absolutamente nada pra fazer, então pense bem nisso antes de pegar a estrada: descanse bem na noite anterior, programe paradas no caminho e reveze ao volante (é importante ter cadastrado motoristas adicionais oficialmente na hora do aluguel do carro e estes portarem CNH na validade)

6. Respeite os limites de velocidade: a cada trecho da estrada, existem placas informando os limites de velocidade. Eu lembro de ter visto placas de 55 a 75 milhas por hora (mph). O GPS que estávamos também trazia a informação de velocidade máxima, à medida que sofria alterações. Como eu não tinha a menor ideia de onde estavam espalhados os radares por lá e também não estava disposto a ter surpresas desagradáveis no meu cartão de crédito no retorno, respeitei todas as placas de limite de velocidade e recomendo! 😉

7. Pagando pedágio – Toll: como eu disse no post anterior, desative a opção “rotas sem pedágios” do seu GPS quando pegar a estrada. É capaz de existir um caminho para ir de Miami a Orlando sem pedágios, mas você vai demorar muito, mas MUITO mais tempo pra chegar, recomendo pegar a estrada pedagiada mesmo. Existem praças de pedágio nos Estados Unidos exatamente iguais às daqui, onde você pára, paga em dinheiro ao atendente e sai. Porém, na estrada Miami-Orlando, existe um pedágio em que você paga por milha rodada. É bem interessante o sistema: quando você entra na estrada, existe um pedágio onde você pega um ticket informando data, hora e local. Quando você sair da estrada, existe outro pedágio, você entrega este ticket e o atendente calcula o valor a ser pago.

Importante 1: Tenha dólares em espécie para os pedágios (nunca é demais lembrar…). Não me lembro exatamente o valor dos pedágios, mas tenha pelo menos uns $40,00 reservados para a viagem.
Importante 2: Existe uma opção de cobrança automática chamada Sunpass. Quando viajei para lá (abr/12), era tão opcional quanto o Sem Parar daqui, ou seja, existiam cabines exclusivas para os usuários de Sunpass e outras de cobrança manual. Porém, há lugares em que não há mais cabines de cobrança manual, caso você não tenha o serviço ativado, seu carro será multado quando passar no pedágio. Informe-se com a agência de viagem ou com a locadora de carros: todas oferecem esta opção. Veja mais no site do Sunpass.

 

8. Enjoy the ride! Esse post não se limita às dicas “chatas, porém necessárias”. Veja um pouco do que você pode encontrar nessa viagem e aproveite com segurança!

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Dirigindo na Flórida – parte 1: itens básicos

Se tem uma coisa que não dá pra abrir mão em uma viagem à Flórida, é o carro. Seja pelas longas distâncias e pelas próprias atrações do local, o automóvel é bem de primeira necessidade (talvez esteja justificado aí essa parte do tal do ‘American way of life‘).

Bom, para dirigir nos Estados Unidos, não é obrigatório reaprender tudo o que você já sabe, mas há que se prestar atenção a alguns pontos. Vamos lá:

1. Carteira de Habilitação: Como a lei americana de trânsito é estadual, nem todos os estados exigem carteira de habilitação internacional. Na Flórida, você pode dirigir com a sua CNH brasileira, desde que dentro da validade.

2. O aluguel do carro: Nós fizemos todo o trâmite de locação do carro por aqui, na verdade o carro estava incluso no pacote que fizemos com a agência. Só fizemos na hora um upgrade para uma mini van, para poder caber 4 pessoas e mais as malas. No final, ficamos com um Mazda 5. É importante saber que você vai dirigir um carrão, mesmo se ficar com um modelo básico: todos eles têm ar condicionado e câmbio automático, por exemplo (mas é sempre bom checar antes). Como escolher uma locadora? Acho que é importante ir nas opções mais conhecidas, como Avis, Hertz, Alamo, Budget… Por exemplo, a nossa locação foi na Hertz. Importante: você vai precisar de um cartão de crédito internacional para poder retirar o carro! O valor devido será bloqueado no cartão e debitado quando você devolver o carro. Cartão de débito (Cash passport ou similar) não é aceito para esta finalidade!

Importante: informe-se sobre a possibilidade de incluir motoristas adicionais. Em algumas categorias de aluguel, não há custo adicional e revezar no volante é providencial, já que você vai ter que dirigir MUITO durante a viagem. Por exemplo, em 10 dias nós dirigimos 1.100 milhas no total (quase 1.800 km)

3. GPS = item de primeira necessidade: não se atreva a sair na rua sem ele (a menos que você queira um passeio “com emoção”). Eu, pelo menos, não consegui entender a lógica das ruas daquele lugar, e já que tecnologia existe e está acessível, por que não? Como o preço de compra de um GPS lá é equivalente ao excedente que as locadoras cobram por uma semana, eu sugiro a compra (não vão faltar opções e lojas pra isso). Imprima um mapa do Google do aeroporto até o shopping mais próximo e não perca tempo! Se você não for usar depois, ainda pode vender por aqui 😉

Quando estiver na cidade, configure o GPS para te dar os caminhos sem pedágios e taxas. Existem uma série de pedágios urbanos (em Miami, pelo menos), mas existe a opção de evitá-los. Você precisará rodar mais, mas vale a pena. Já na estrada, configure a opção do caminho pelas vias expressas e desabilite a opção “toll free”, ou você vai perder preciosas HORAS pra ir de uma cidade a outra.

4. Milhas versus quilômetros: lá vem o bom e velho sistema de medidas americano de novo… É assim: 1 milha = 1,6 quilômetro, 1 pé (ft) = 30 centímetros. Use isso somente como referência, mas tente não converter os valores das placas ou do GPS para o sistema métrico enquanto estiver dirigindo, ou isso vai te deixar maluco! Procure tentar se adaptar ao sistema deles, afinal todos os sinais de trânsito estarão fixados no sistema local (e no primeiro dia no volante você já vai ficar acostumado ao sistema).

No próximo post, mais detalhes sobre dirigir na Flórida. Até mais!

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Comprando roupas nos EUA

Para comprar roupas nos Estados Unidos é necessário saber o básico do sistema de medidas de roupas de lá, já que todo o sistema de medidas americano é diferente do que estamos acostumados.

Eu, como não tenho medidas padrão, adorei a experiência de comprar roupas lá, já que eu pude encontrar calças que me servissem na cintura E nas pernas (e não só em uma das duas opções, como quando compro em loja no Brasil). O único problema é decorar a sopa de números… Uma referência que usei foi o guia de conversão de tamanhos de roupas do site Tá Flórida. O guia é tão completo que não pretendo repeti-lo aqui, somente vou completar com as minhas experiências.

Tamanhos padrão:

Vamos lá, essa é a parte mais SIMPLES. São as medidas mais usadas pra camisetas, por exemplo:

PP = XS
P = S
M = M
G = L
GG = XL

Atenção: como lá eles se preocupam em ter roupas pra todos os tamanhos, você vai conseguir encontrar tamanhos maiores que o XL (GG), tem o XXL, XXXL e até maiores, você também vai encontrar essas etiquetas como 2XL, 3XL, etc. Portanto, preste atenção e encontre o tamanho certo pra você. Com certeza você vai encontrar.

Tamanhos de calçados:

Também gostei da experiência de comprar sapatos lá, já que eu uso 46 e normalmente preciso comprar ‘somente aquele modelo que tem o meu numero’, ou seja, não rola um direito de escolha. Consulte a tabelinha com as correspondências para os números daqui, é importante lembrar que cada marca pode ter variações, então experimentar é fundamental!

Calças:

Foi um dos itens que mais gostei de comprar, já que você escolhe o tamanho da cintura e das pernas, acabando com o problema das calças que servem na cintura e ficam curtas nas pernas. Para descobrir o tamanho das pernas, eu fui pelo método das tentativas e erros, até chegar. Eu, por exemplo, que tenho quase 2 metros de altura, preciso de pernas tamanho 34 (difícil de achar, mas não impossível como aqui).

Camisas:

De tudo, foi o que achei mais difícil, mas também é uma numeração funcional: você escolhe por largura do colarinho e tamanho das mangas. Eu descobri meu tamanho por tentativa e erro (mais de uma hora provando camisa na Polo Ralph Lauren). Como eu nunca soube qual o meu número de camisa no Brasil, já que esses números 3, 4 ou 5 nunca me servem no colarinho e nas mangas, acabei indo pra lá sem referência.

Nesse ponto, também é importante lembrar que cada marca pode ter variações e tem outro ponto: a maioria das marcas tem diferentes cortes, como Slim Fit e Custom Fit, portanto se um tamanho 16 numa camisa Standard ficou um pouco larga, experimente o mesmo tamanho em Slim Fit, no meu caso deu certo.

Para as meninas:

Acho que as regras de tamanhos para homens e mulheres são mais ou menos parecidas. Um item que exige atenção especial é a compra de sutiã. Para saber o tamanho certo, você vai precisar de uma fita métrica e calculadora (além de ter uma boa memória ou levar anotado em algum lugar). No guia do site Tá Flórida você encontra como fazer este cálculo direitinho.

Dicas gerais:

Nunca é demais dizer, mas em geral, nos outlets você vai encontrar preços incríveis em roupas de marcas famosas. E quando você encontrar a seção ‘Clearance‘, os preços vão estar ainda melhores (algo como um ‘saldão’, mesmo).

Dica #1: já que você tem as melhores marcas do mundo, não entre primeiro na Marshalls ou na Ross. Vou falar o que eu fiz, para você poder aprender com o erro alheio: entrei de cara na Marshalls, comprei uma camisa pólo e uma bermuda, pois estavam baratos. Não é que eu não tenha gostado, mas depois encontrei preços melhores na Tommy Hilfiger, por exemplo…

Dica #2: se você encontrar algo que realmente quer, compre. Não espere encontrar em outro lugar, pois isso provavelmente não vai acontecer e você vai se arrepender.

Dica #3: não pesquise preços do que você já comprou. Você pode se frustrar. Pense que pagou um bom preço e ponto. Se você não tivesse comprado antes, poderia nunca mais encontrar seu tamanho ou a cor que gostaria.

Dica #4: controle-se. Os preços são incrivelmente bons, tem muita promoção, mas dinheiro tem limite (infelizmente), mesmo que você tenha acabado de ganhar na mega-sena. O que nós fizemos e eu recomendo é levar aqueles cartões de débito pré pagos (Cash passport ou similar), porque aí você pode controlar o seu limite e não amargar uma Fatura do cartão de crédito astronômica na volta…. Cartão de crédito, use com moderação.

Texto complementar: Guia de conversão de tamanhos de roupas BRA x USA do site Tá Flórida (importante: não estou ganhando $$$ pra divulgar este site, mas realmente é o melhor de todos os guias que encontrei online)

Bom, aí estão as minhas dicas, boas compras!

Nosso carro depois de um dia de compras em Miami…

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Miami também é praia…

Logo depois do jogo do Miami Heat, resolvemos dar uma volta na Ocean Drive, ver a praia, aquela coisa toda… Mas como a coisa lá estava bem movimentada (e não tínhamos a menor idéia de como usar aquelas máquinas de estacionamento na rua), voltamos pro hotel.

Deixamos a praia para a manhã seguinte, já em outro lugar: como íamos fazer compras no Sawgrass Mills, fomos para a praia em Fort Lauderdale. Não é que se diga: ‘Uau, quanta beleza natural!’, mas conseguimos molhar os pés, ver uns pelicanos e tal… E ainda por cima aprendemos a usar o tal do parquímetro, pra estacionar na rua. Isso eu detalho depois, quando for falar sobre dirigir na Flórida…

Para chegar lá: como não tínhamos a menor idéia de nomes de praias pelo local, colocamos o endereço do aeroporto de Fort Lauderdale no GPS e assim conseguimos chegar. O interessante é que os aviões decolam e fazem a aproximação por cima da praia, acaba sendo bem pitoresco diferente!

Bom, aí vão algumas fotos do local:

No próximo post, compras em Miami! Aguardem!

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NBA parte 2: Let’s go Heat!

Bom, no último post eu contei a parte dos ingressos até a entrada no ginásio, agora vamos à parte legal!

4. Localizando os assentos

Depois de passar pela revista é hora de entrar no ginásio, que aliás, eu achei mais parecido com uma casa de shows! De fato, aquilo me lembrou bastante o Credicard Hall, em SP. Pudemos concluir que essa arena é uma “casa de shows que também funciona como ginásio de basquete”. Coisas de primeiro mundo.

Bom, hora de encontrar o lugar marcado. Todos os setores são bem sinalizados e essa parte foi moleza. Apesar dos nossos lugares serem do outro lado do ginásio, foi fácil chegar ao tal do setor 419. Tem uma galera orientando também, para os mais perdidos… Essa foi a vista que teríamos deste jogo (apesar de estarmos no quarto andar, achei que a visão do jogo foi bem bacana):

Nossa vista do jogo do Miami Heat

5. Comprando comida

Pra quem está acostumado a ver jogo em estádio no Brasil, eu achei que tinha bastante variedade de comida à disposição. Eu me lembro de hot-dogs (completos, não só o pão com salsicha), também me lembro de ter empanadas e tacos. Tinha uma “praça de alimentação” bem próxima, assim como eu pude ver várias espalhadas próximas às entradas dos setores, assim como banheiros (limpos e sem filas) e lojinhas de artigos do Miami Heat: de camisas oficiais a uma série de souvenirs. Até tinha uma boa movimentação, mas sem muita espera e sem tumultos. (E no Brasil, imagina na Copa…)

Para nós, acabei comprando tacos e refrigerantes por $25. Vamos ao jogo:

6. Apresentação dos atletas

Isso é um show à parte! Após o aquecimento, os jogadores da equipe adversária são apresentados e as luzes apagadas para a apresentação do Heat. Até aí nada de mais, mas na hora que os grandes astros entram na quadra, eles ligam um equipamento lança-chamas que esquenta até o andar onde a gente estava (imagina a potência da chama!). Então, 1 minuto depois já está tudo fora da quadra para a execução do hino nacional, aquela coisa toda…

Show de apresentação dos atletas do Miami Heat

Show de apresentação dos atletas do Miami Heat

7. Hora do jogo!

Sim, bola ao alto, é hora do jogo! O momento mais aguardado!

Jogo entre Miami Heat x Memphis Grizzlies no American Airlines Arena

Durante o jogo, o show continua, o DJ comanda a trilha sonora em todos os intervalos e pedidos de tempo, e também para empurrar os gritos de guerra, que são:

  • Let’s go Heat! (quando o time está no ataque)
  • De-fense (na defesa)

Bem no centro da quadra tem um telão (com imagem HD), dando os “comandos” aos torcedores, sobre o que fazer. Além disso, você pode acompanhar as estatísticas da partida, qual a formação que está em quadra, quantas faltas cada um tem, as pontuações, etc. O jogo é transmitido ao vivo nesse telão e eles mostram os replays das jogadas de ataque do Heat, para os menos atentos.

Telão do American Airlines Arena

American Airlines Arena - Jogo NBA: Miami Heat x Memphis Grizzlies

Esse ginásio lotado é a coisa mais linda! 😉

8. Show do intervalo

Em todos os intervalos acontece alguma coisa diferente, como shows das Cheerleaders ou ações promocionais dos patrocinadores, seja na própria quadra ou no telão.

Show das Cheerleaders do Miami Heat

Como o lugar era marcado, resolvemos levantar para esticar um pouco as pernas. Ali no mesmo ambiente da praça de alimentação, havia uma “sacada” para os fumantes. Fiquei impressionado com a bela vista a partir dessa sacada. Será que é um incentivo pra galera fumar? Ou é só um bom tratamento aos fumantes?

Vista da área de fumantes do American Airlines Arena

9. Segundo tempo

Bom, agora que todo o deslumbramento já passou, vamos falar do jogo propriamente dito: nesse dia, parece que uma preguiça gigantesca tomou conta do time de Miami, que levou um couro do Memphis Grizzlies. O jogo em si chegava a ser sonolento e cansativo para quem assistia. No final, derrota por 97 x 82 (ou seja, além de perder, o jogo não passou dos 100 pontos)! Jogo ruim, apesar do espetáculo fora de quadra.

Para quem quiser mais detalhes sobre este jogo, visite a página da NBA com o resumo e as estatísticas da partida. Abaixo, algumas fotos de lances do jogo:

Miami Heat x Memphis Grizzlies - NBA

Miami Heat x Memphis Grizzlies - NBA

10. Balanço final

Jogo: ruim
Experiência: incrível!
Custos:

  • Ingressos: $70 cada
  • Estacionamento: $20
  • Comida: $25 (para duas pessoas)
  • Total para 2 pessoas: $185,00 (na famosa conversão 2×1, R$370,00 – espero que os ingressos do futebol por aqui nunca cheguem a este patamar…!)
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NBA – parte 1: da compra do ingresso à entrada no ginásio

Eu sempre tive vontade de assistir a um jogo da NBA ao vivo. E eis que o nosso primeiro grande passeio no roteiro da viagem foi assistir a um jogo do Miami Heat no American Airlines Arena!

A temporada regular da NBA começa em meados de outubro e segue até meados de abril, a partir daí começam os playoffs por conferência (Leste e Oeste) até o playoff final em junho que define o campeão da temporada.  Portanto, se você pretende viajar para a Flórida neste período, pode incluir um jogo do Orlando Magic ou do Miami Heat na programação dos seus passeios. E, como a NBA é uma liga muito organizada, você consegue saber com muita antecedência quais serão as datas e horários de jogos, e inclusive comprar seu ingresso pela Internet.

1. Compra dos ingressos

Como nós já tínhamos definido as datas da nossa viagem e os dias que passaríamos em Miami e em Orlando, achamos que seria melhor comprar ingresso para um jogo em Miami, já que em Orlando o tempo seria curto, graças aos passeios nos parques e tal. Acho que, no nosso caso, foi a melhor decisão.

Para comprar os ingressos, é necessário ir até o site da NBA e clicar em Tickets. A partir daí, você pode escolher de qual time comprar seus tickets. O que pudemos perceber é que o site do Orlando Magic é mais voltado para o turista, enquanto o do Miami Heat é voltado realmente ao fã de basketball. Também, acredito que por conta das estrelas que jogam em Miami, os ingressos são um pouco mais caros do que do Orlando Magic. Isso é um ponto importante: cada time define qual o valor dos seus ingressos, não existe uma tabela padrão, então é importante pesquisar no site antes de fazer as previsões de gastos da viagem.

Pois bem, no site da NBA, em tickets, escolha por conferência, por equipe e você será redirecionado para a página de vendas. A partir daí, escolha o setor e o lugar (isso, você define o lugar em que vai sentar pra ver o jogo!) e finalize a compra.

Para compras de estrangeiros, a única opção é a identificação pelo cartão de crédito. Ou seja, imprima o recibo de compra e leve o cartão usado no pagamento para entrar no jogo.

Em tempo, decidimos comprar ingresso para o jogo Miami Heat x Memphis Grizzlies, no dia 06/04. Pegamos no 4o. andar, os ingressos mais baratos, em torno de 70 dólares cada, já com as taxas.

2. Chegada e estacionamento

Quem está acostumado a ver jogos no estádio no Brasil, sabe que nas proximidades vai encontrar uma série de flanelinhas cobrando um absurdo pra deixar estacionar na rua.

A diferença é que por lá a coisa é um pouco mais organizada. Primeiro você vê umas pessoas segurando placas de $10 e a medida que se aproxima do ginásio o valor aumenta de $5 em $5, o mais caro que consegui identificar custava $25. No final, pagamos $20 para parar em estacionamento fechado e aparentemente seguro.

3. Entrando no ginásio

Andamos umas 2 quadras e chegamos ao American Airlines Arena. Muitas pessoas e algumas filas nas bilheterias.

Para quem comprou pela Internet, é necessário somente apresentar o papel impresso e o cartão de crédito diretamente na entrada, sem precisar pegar fila. Achei bem prático isso. Você recebe um ticket pra indicar seu lugar, a partir daí é só passar pela revista e entrar. Mas isso já é assunto pra parte 2…

Este é o ticket “Seat Locator”, que acaba virando uma lembrança do jogo:

Ticket de localização de assentos

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